O dirigente apelou aos militantes, simpatizantes e amigos do partido a manterem firmeza e responsabilidade na condução de todo o processo orgânico em curso.
O jovem político destacou que o MPLA é um partido democrático, sublinhando que não deve haver espaço para imposições de candidatos em qualquer estrutura partidária. Segundo afirmou, todos os interessados em candidatar-se a cargos em comités municipais, provinciais ou mesmo à presidência do partido devem cumprir rigorosamente os requisitos estabelecidos, incluindo a recolha de assinaturas necessárias, antes de submeterem as suas candidaturas à Comissão de Candidaturas.
“Acabou o tempo dos paraquedistas”, afirmou Miguel Almeida, incentivando os militantes a denunciarem quaisquer irregularidades que venham a ser identificadas ao longo do processo.
O dirigente ressaltou ainda a importância do papel das comissões responsáveis pelas candidaturas, que devem garantir a fiscalização e a transparência de todas as etapas do processo.
Importa referir que a decisão do Comité Central do MPLA de permitir múltiplas candidaturas tem sido amplamente aplaudida por militantes dentro e fora do país. Para muitos, apenas um processo verdadeiramente democrático poderá garantir que o partido saia do congresso mais unido e melhor preparado para enfrentar as eleições gerais de 2027.
