Informações postas a circular por membros ligados à autodenominada resistência indicam que um alegado agente do SINSE terá sido identificado nas imediações do tribunal, onde decorria a concentração de cidadãos e activistas.
Segundo os relatos divulgados, o homem encontrava-se no exterior do edifício a tirar fotografias de vários participantes presentes no local, facto que gerou indignação e fortes críticas entre os manifestantes.
Os denunciantes acusam o referido cidadão de estar a actuar em defesa dos interesses do regime e de realizar ações de vigilância contra vozes críticas. A situação provocou tensão no local, com vários presentes a condenarem esse tipo de prática.
Nas redes sociais, multiplicam-se apelos para que o caso seja exposto publicamente, enquanto outros defendem maior prudência e respeito pela legalidade na apuração dos factos.
O episódio volta a reacender o debate sobre liberdade de expressão, direito à manifestação e alegadas ações de monitorização de activistas em espaços públicos.
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